A jornalista Luana Avedis, querida discípula, a cada semana, transforma as pregações de nossos cultos dominicais, a partir de suas próprias impressões da mensagem, em rápidos esboços para utilização em nossos Grupos Pequenos, que chamávamos, Grupos de Amor e Aliança.

Eu os exponho, aqui no Blog, em forma de série, sob o titulo de ESBOÇO PARA GRUPOS PEQUENOS, seguido do tema, para você, se quiser, utilizar em reuniões de estudo, em qualquer lugar.

Bom proveito,

Edney Melo

Referência Bíblica: Hebreus 9: 11-26


Pregadora: Guida


O Poder do Sacrifício

11Quando Cristo veio como sumo sacerdote dos benefícios agora presentes, ele adentrou o maior e mais perfeito tabernáculo, não feito pelo homem, isto é, não pertencente a esta criação. 12Não por meio de sangue de bodes e novilhos, mas pelo seu próprio sangue, ele entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas, e obteve eterna redenção. 13Ora, se o sangue de bodes e touros e as cinzas de uma novilha espalhadas sobre os que estão cerimonialmente impuros os santificam de forma que se tornam exteriormente puros, 14quanto mais, então, o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu de forma imaculada a Deus, purificará a nossa consciência de atos que levam à morte, de modo que sirvamos ao Deus vivo! 15Por essa razão, Cristo é o mediador de uma nova aliança para que os que são chamados recebam a promessa da herança eterna, visto que ele morreu como resgate pelas transgressões cometidas sob a primeira aliança. 16No caso de um testamento, é necessário que comprove a morte daquele que o fez; 17pois um testamento só é validado no caso de morte, uma vez que nunca vigora enquanto está vivo aquele que o fez. 18Por isso, nem a primeira aliança foi sancionada sem sangue. 19Quando Moisés terminou de proclamar todos os mandamentos da Lei a todo o povo, levou sangue de novilhos e de bodes, juntamente com água, lã vermelha e ramos de hissopo, e aspergiu o próprio livro e todo o povo, dizendo: 20″Este é o sangue da aliança que Deus ordenou que vocês obedeçam”. 21Da mesma forma, aspergiu com o sangue o tabernáculo e todos os utensílios das suas cerimônias. 22De fato, segundo a Lei, quase todas as coisas são purificadas com sangue, e sem derramamento de sangue não há perdão.
23Portanto, era necessário que as cópias das coisas que estão nos céus fossem purificadas com esses sacrifícios, mas as próprias coisas celestiais com sacrifícios superiores. 24Pois Cristo não entrou em santuário feito por homens, uma simples representação do verdadeiro; ele entrou no próprio céu, para agora se apresentar diante de Deus em nosso favor; 25não, porém, para se oferecer repetidas vezes à semelhança do sumo sacerdote que entra no Santo dos Santos todos os anos, com sangue alheio. 26Se assim fosse, Cristo precisaria sofrer muitas vezes, desde o começo do mundo. Mas agora ele apareceu uma vez por todas no fim dos tempos, para aniquilar o pecado mediante o sacrifício de si mesmo. 


No antigo testamento, Deus estabeleceu o sacrifício de animais para que o povo fosse perdoado de seus pecados. O derramamento de sangue do animal, assumia um poder perdoador, redimindo o homem de seus pecados, até que o mesmo transguedisse novamente. (Lv 1.4 E porá a mão sobre a cabeça do holocausto, para que seja aceito a favor dele, para a sua expiação).
O livro de Êxodo relata a construção do tabernáculo, que se dividia em duas salas (Santo Lugar e Santo dos Santos) separadas por um véu. Naquela época, somente o sumo sacerdote tinha permissão para entrar no Santo dos Santos; único lugar onde se encontrava a presença de Deus. Uma vez por ano, ele oferecia sangue de animais pelos seus pecados e pelos pecados do povo. O véu que separava o Santo Lugar representava que a presença de Deus ainda não estava aberta à humanidade.

Porém, o sacrifício antes representado pelo sangue de animais foi substituído pelo sangue de Jesus, que ao derramar seu sangue na cruz, anulou o pecado para sempre em quem o aceita como Senhor e Salvador. Quando Jesus morreu na cruz por nós, o véu entre o Santo Lugar e o Santo dos Santos foi rasgado, a partir daquele momento, nós tivemos livre acesso ao Pai.
Como é fascinante o sacrifício de Jesus por nós naquela cruz! Um sacrifício perfeito e divino, que aplacou eternamente os nossos pecados, que nos tornou filhos de Deus. Jesus cravou ali na cruz, toda a nossa existência corrompida, toda a nossa trágica trajetória, adquirida desde o começo do mundo. Em um ato de amor e misericórdia Jesus nos libertou da escravidão do pecado.
É certo que ainda somos pecadores, a nossa essência nos inclina para o pecado, mas agora temos a capacidade de vencer os nossos erros e renunciar tudo o que não vem de Deus. A mensagem da cruz também quer nos dizer que nós devemos nos sacrificar todos os dias para oferecermos a Deus o nosso “eu” crucificado, em prol da gratidão pelo que Jesus fez por nós. Quem quer seguir a Jesus deve assumir a sua cruz.

Reflita:
Você tem renunciado o seu “eu” pecador?
Você tem se sacrificado para agradar a Deus?
Você tem reconhecido verdadeiramente o grande sacrifício de Jesus na cruz do calvário?

Luana Avedis

Não perca mais tempo irmão, assuma a sua cruz de uma vez por todas e siga a Jesus intensamente!

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