Incrível como nos apegamos aos frascos, à beleza do prédio ou ao formato da liturgia, com sua boa música, enquanto desconsideramos o veneno, os presos dentro das ceas ou o corpo no centro do salão sob canções fúnebres. Tentar tomar uma xícara de café, como desculpa para ver alguém que se ama, estar em uma praça, em círculo, porque deu na telha, ou só cheirar o rostinho de uma criança, cantando com letra monossilábica e melodia recém-composta, são exemplos de simplicidade controlando os formatos.

Vamos dar sentido aos nossos encontros. Em vez de produzir formas, desfrutemos e encontremos novos conteúdos.

2015/01/img_2302.jpg

Anúncios